A mastectomia masculinizadora (top surgery) cria um contorno torácico plano e masculino, com reposicionamento dos complexos aréolo-mamilares. É realizada com respeito à sua identidade, ao seu nome e aos seus pronomes, seguindo os padrões de cuidado da WPATH.
A Dra. Yolotzin se formou em masculinização de tórax no Mount Sinai Hospital de Nova York (WPATH, 2018) e é sócia clínica do CETRANS, onde acompanha pessoas trans e não binárias. A técnica (periareolar ou dupla incisão com enxerto livre de mamilo) é escolhida conforme o tamanho da mama e a elasticidade da pele.
O processo inclui avaliação integral, orientação sobre cartas de apoio quando se aplicam e um plano de cuidados pensado para que você volte à sua vida com segurança.
É para mim?
Homens trans e pessoas não binárias que buscam um tórax masculino.
Quem deseja uma equipe com experiência específica e tratamento digno.
Pacientes com ou sem terapia hormonal, conforme avaliação.
O que você precisa saber
Como é feito, como cuidar e o que esperar.
Informações gerais para você chegar à consulta com as perguntas certas. Seu plano é definido na avaliação.
Técnica
Técnica periareolar ou dupla incisão com enxerto livre de mamilo, conforme o tamanho da mama e a elasticidade da pele.
Reposicionamento e redução do complexo aréolo-mamilar para uma proporção masculina.
Lipoescultura lateral para definir o contorno do peitoral.
Cuidados
Colete compressivo por 4 a 6 semanas.
Cuidado dos enxertos de mamilo com curativos nas primeiras 2 semanas.
Sem levantar os braços acima do ombro nem exercício de peitoral no primeiro mês.
Resultado e duração
O contorno plano aparece assim que o curativo é retirado; a cicatriz amadurece em 12 meses e o peitoral se define com exercício a partir do terceiro mês.
Riscos e como são reduzidos
Alterações de sensibilidade do mamilo, perda parcial do enxerto, hematoma e cicatrizes visíveis. A técnica e suas marcas são discutidas abertamente antes de operar.
Passo a passo
Rota de recuperação: Masculinização de tórax
Dia 1
Curativo compressivo e drenos; descanso com os braços junto ao corpo.
Semana 1
Retirada dos drenos, revisão dos enxertos; atividades leves.
Mês 1
Colete compressivo durante o dia; retorno ao trabalho sem esforço físico.
Mês 3
Exercício de peitoral progressivo; cicatrizes em maturação.
Prazos orientativos. Sua rota exata depende do seu caso, da técnica e de como seu corpo evolui. Os resultados variam.
Casos reais
Resultados de pacientes da Dra. Yolotzin.
Fotografias reais com autorização, comparáveis com um controle deslizante.
Sem formulários: me escreva pelo WhatsApp na unidade que preferir e minha equipe agenda sua avaliação. A primeira consulta é uma conversa honesta sobre o que pode ser feito e o que não.